Comparar o desempenho de três sistemas diferentes para o teste de impulso cefálico por vídeo (vHIT) e identificar um ângulo alvo ideal para avaliar com precisão a função dos canais semicirculares verticais no vHIT.
Foi realizado um estudo prospectivo em dois centros. Os participantes sentaram-se a 1,2 m da parede em uma sala à prova de ruído, dedicada aos experimentos de vHIT. Durante os experimentos comparativos, foram garantidas configurações semelhantes em ambos os hospitais, com a mesma distância da parede e ângulo de fixação ocular. Para cada equipamento, os procedimentos seguiram as recomendações dos desenvolvedores. O mesmo examinador realizou a comparação entre os dois sistemas em um mesmo local. Para os projetos de posicionamento ocular, alvos foram colocados na parede sequencialmente, em linhas pré-marcadas, para diferentes ângulos. Para os projetos comparativos, foram recrutados 9 e 13 participantes, respectivamente. Qualquer participante com distúrbios otológicos ou vestibulares foi excluído. Um total de 26 participantes saudáveis foram recrutados para os experimentos de posicionamento ocular, dos quais 16 participaram posteriormente dos testes interexaminadores.
Nossas avaliações de três sistemas diferentes mostraram que um novo sistema vHIT, o VertiGoggles™ ZT-VNG-I (VG), teve um desempenho tão bom quanto os sistemas Otometrics™ ICS impulse (Oto) e EyeSeeCam™ (ESC), já consagrados. Durante a comparação, validamos que 25 graus, em vez de 0 grau à frente, é um local melhor para definir os alvos quando a torção é aplicada nos planos verticais dos canais semicirculares.
O novo sistema VG é adequado para a prática clínica. Além disso, propusemos um novo protocolo para definir os alvos a 25 graus da direita, após inclinar a cabeça a 45 graus, para avaliar os canais verticais durante o vHIT.